Perguntas frequentes

Perguntas frequentes do investidor

1. O que é o projeto EON Emerald?

O projeto EON Emerald está sendo desenvolvido como uma plataforma de ativos do mundo real centrada no EON Emerald, com uma estrutura de token baseada em polígonos que funcionará como a camada de participação digital do projeto.

O projeto não é descrito como um exercício passivo de posse de pedras; ele é apresentado como uma plataforma de ativos mais ampla, que combina a esmeralda, a futura estrutura de titularidade legal e os direitos de comercialização e receitas do projeto.

O presente documento também afirma que o projeto está em fase de transição, caminhando rumo a uma plataforma internacional de titularidade de títulos em Luxemburgo.

2. O ativo subjacente existe de fato?

Sim.

Os materiais do projeto descrevem o ativo como um grande espécime mineral contendo esmeraldas, com dimensões aproximadas de 131 cm x 69 cm x 42 cm e peso consistentemente referenciado em mais de 500 quilogramas, com alguns materiais do projeto mencionando aproximadamente 516 quilogramas.

O projeto posiciona-a como uma formação singular de esmeraldas em escala mundial, e não como um mero inventário de pedras brutas.

3. Qual é a origem da esmeralda e existe algum registro documental sobre ela?

O projeto defende que a esmeralda foi extraída legalmente na Bahia, Brasil, e isso é comprovado por um dossiê documental referente à origem, legalidade da mineração, autorização ambiental, transferência, titularidade e registros correlatos.

O documento técnico afirma repetidamente que o ativo é apresentado dentro de uma estrutura legal documentada e que os registros de suporte estão disponíveis para revisão de due diligence controlada sob acordos de confidencialidade.

4. Qual é o histórico de propriedade descrito nos materiais do projeto?

O presente documento técnico afirma que a esmeralda é atualmente controlada pela estrutura de projeto existente, já estabelecida entre as principais partes envolvidas, e que a estrutura atual rege o ativo, a relação de propriedade vigente, a gestão do projeto e o caminho de transição para a futura estrutura de holding internacional.

A documentação histórica do projeto incluída no arquivo de suporte técnico descreve ainda a Kirios como a proprietária original e afirma que, em 2023, a Dessana USA assinou um contrato de compra e investimento com a Kirios, adquirindo 50% dos direitos de propriedade sobre o ativo mineral.

O objetivo final pretendido, descrito no documento técnico, é a transferência da titularidade legal plena para uma holding dedicada em Luxemburgo.

5. Quem será o proprietário final do bem?

A estrutura atual do projeto é expressamente descrita como transitória.

O documento afirma que o projeto pretende transferir a titularidade legal plena da esmeralda para uma estrutura internacional dedicada à gestão de ativos em Luxemburgo.

Essa futura estrutura de holding tem como objetivo centralizar a titularidade, a governança, a comercialização e o controle estratégico de longo prazo do ativo e da plataforma do projeto em geral.

6. O que abrangem os relatórios técnicos e os pareceres gemológicos?

O dossiê técnico e gemológico fundamenta a descrição física do projeto, a caracterização científica e a análise profissional do espécime.

O documento técnico afirma que o arquivo de suporte inclui avaliações gemológicas profissionais e relatórios associados a especialistas como Norman Rodi, e os materiais do projeto também identificam Karina P. Sena como uma das primeiras analistas técnicas da amostra.

O relatório de Karina Sena descreve o espécime como uma grande amostra de mineral esmeralda da região de Carnaíba/Pindobaçu, na Bahia, com peso aproximado de 500 kg e dimensões referenciadas nos materiais do projeto.

7. Quem são os avaliadores/gemólogos mencionados no projeto?

Os materiais do projeto mencionam Karina P. Sena e Norman Rodi como principais colaboradores técnicos na avaliação gemológica e descritiva do espécime.

O relatório de Karina Sena identifica suas credenciais como:

  • GG – Gemólogo Graduado (GIA)

  • AJP – Profissional de Joalheria Credenciado (GIA)

  • Credenciamento de avaliadores através do quadro NAJ/UK

  • Contexto geológico associado à Bahia

Norman Rodi é mencionado nos materiais do projeto como Norman Rodi GG, GIA nº 7535333.

8. Os próprios relatórios gemológicos comprovam a titularidade legal?

Não.

Os relatórios gemológicos corroboram a descrição, a integridade, as indicações de proveniência, as características físicas e a avaliação profissional da peça.

No entanto, pelo menos um dos relatórios técnicos afirma expressamente que o gemólogo não investigou a titularidade do imóvel e que a inclusão dos dados de uma pessoa no relatório não comprova, por si só, a propriedade ou a titularidade.

Por isso, a comprovação da propriedade e da procedência legal do projeto deve ser fundamentada em um dossiê documental mais amplo e na estrutura jurídica definitiva, e não apenas em laudos gemológicos.

9. O que o token representa?

O whitepaper descreve o EON Token como o principal ativo digital baseado em blockchain do projeto, destinado a funcionar como a principal unidade de participação tokenizada do ecossistema EON Emerald e como a expressão digital de uma plataforma de ativos do mundo real mais ampla.

O documento também deixa claro que os direitos legais finais dos detentores de tokens serão definidos na documentação definitiva do token, nos documentos do emissor, nos contratos de custódia, nos documentos de posse de ativos e nos instrumentos legais específicos de cada jurisdição adotados no lançamento.

Em outras palavras, o documento técnico atual explica a estrutura pretendida, mas não afirma que, por si só, define os direitos legais finais.

10. O símbolo é meramente “apoiado por uma pedra”?

Os materiais atuais do projeto descrevem uma estrutura de apoio à RWA mais abrangente do que um modelo simples baseado em bases de pedra.

O documento técnico afirma que a tokenização tem como objetivo ser suportada por toda a base de projetos, incluindo:

  • A própria esmeralda

  • A estrutura de titularidade legal que a detém

  • O aumento esperado no valor do ativo

  • O ecossistema comercial a ele associado

  • Exposições

  • Direitos de nomeação

  • Patrocínios

  • Licenciamento

  • Direitos contratuais relacionados

Ao mesmo tempo, os materiais do projeto também enfatizam que os direitos finais, restrições, proteções e termos para investidores serão definidos em documentação legal definitiva no lançamento.

11. Por que Luxemburgo faz parte da estrutura?

Luxemburgo é apresentado como a jurisdição internacional de titularidade pretendida porque o projeto visa inserir a esmeralda em uma estrutura institucional mais robusta, capaz de centralizar a titularidade, aprimorar a disciplina de governança, apoiar a custódia e a preparação para seguros, e facilitar a comercialização e a tokenização em larga escala.

O documento afirma que a estrutura de holding dedicada em Luxemburgo deverá se tornar a principal plataforma jurídica e administrativa do projeto.

O documento observa ainda que Luxemburgo é atualmente a principal jurisdição detida em consideração, preservando, contudo, uma flexibilidade estrutural limitada caso os consultores profissionais concluam posteriormente que outra jurisdição equivalente serviria melhor aos objetivos de longo prazo do projeto.

12. Quantos tokens existem?

Os materiais do projeto descrevem um fornecimento total fixo de 650.000.000 Tokens EON.

O whitepaper afirma que o token será implementado na Polygon com um fornecimento total fixo, e o modelo econômico declara que:

  • 15.000.000 de tokens estão alocados para a oferta de venda.

  • O saldo restante permanece dentro da estrutura de propriedade do projeto, conforme descrito na tokenomics.

13. Qual é a estrutura de vendas atual descrita no modelo econômico?

O modelo econômico descreve uma estrutura de venda faseada para os 15.000.000 tokens iniciais, com os seguintes preços:

  • 3 milhões a USD 0,35

  • 4 milhões a USD 0,50

  • 5 milhões a USD 0,75

  • 3 milhões a USD 1,00

O texto também afirma que a venda inicial de tokens tem como objetivo financiar a implementação do projeto e estabelecer o ecossistema econômico fundamental do token.

14. Como se espera que a liquidez funcione?

O modelo econômico atual prevê que o Fundo de Liquidez seja financiado por duas fontes principais:

  1. Receita excedente da venda de tokens após a garantia do capital necessário para a implementação do projeto.

  2. 10% das receitas recorrentes do projeto, incluindo:

    • Venda de ingressos para a exposição

    • Produtos oficiais

    • Licenciamento de marca

    • Parcerias comerciais

    • Outras fontes de receita relacionadas ao projeto

O mesmo documento afirma que a piscina só deverá ser ativada após o cumprimento de duas condições:

  1. Conclusão da distribuição completa da pré-venda

  2. Lançamento das atividades de exposição

O documento também descreve um mecanismo de troca de tokens por USDT e um mecanismo de queima para tokens usados ​​no pool.

15. A liquidez é garantida?

Não.

Os materiais do projeto declaram expressamente que as declarações prospectivas, a valorização esperada, o desempenho alvo do token, a liquidez do mercado e o crescimento comercial não são garantias.

O whitepaper atual afirma que as declarações referentes ao valor projetado, à valorização esperada, ao crescimento comercial e ao desempenho alvo do token são declarações estratégicas prospectivas, e não garantias de desempenho financeiro, liquidez de mercado ou sucesso comercial.

16. Existe algum conceito de transparência ou auditoria relacionado ao Pool de Liquidez?

Sim, no nível do projeto.

O modelo econômico afirma que as medidas de transparência devem incluir:

  • Registros públicos de transações de pool na blockchain

  • Auditorias periódicas de contratos inteligentes

  • Monitoramento público do fornecimento e da queima de tokens

  • Relatórios financeiros regulares do projeto

As notas internas de estruturação do projeto também sugerem conceitos adicionais de governança, tais como:

  • Recursos de liquidez segregados

  • Janelas de resgate

  • Disjuntores

  • Publicação dos balanços da piscina

  • Publicação dos valores de resgate

Esses pontos devem ser tratados como propostas estruturantes até que sejam adotados em documentos legais e técnicos definitivos.

17. Quais são os controles de conformidade esperados?

O documento técnico afirma que o projeto está sendo desenvolvido com rigor regulatório, consciência de conformidade e adaptabilidade jurídica.

Espera-se que a estrutura final de conformidade inclua:

  • KYC

  • AML

  • triagem de sanções

  • Elegibilidade do investidor

  • Oferecer restrições

  • Padrões de documentação adequados às jurisdições envolvidas.

O projeto não apresenta o token como um lançamento genérico para o mercado de massa, dissociado do ativo e de sua documentação legal.

Em vez disso, prevê uma emissão estruturada, apoiada por instrumentos jurídicos definitivos.

18. Os investidores podem analisar os documentos?

Sim.

Essa é a posição declarada do projeto.

O relatório técnico afirma que a prontidão para a due diligence é uma das características distintivas do projeto e que os registros legais, de propriedade e de autorização estão disponíveis para exame sob procedimentos de confidencialidade adequados.

A prontidão jurídica e documental do projeto é descrita como um elemento central da confiança dos investidores e da transição mais ampla para o Luxemburgo e, posteriormente, para a estruturação institucional.

19. O que é a tese de avaliação?

Os materiais atuais distinguem entre uma referência de benchmark anterior e uma estratégia mais abrangente de agregação de valor.

O relatório técnico explica que documentos anteriores do projeto se referiam a uma avaliação aproximada "tal como está" de USD 650 milhões, enquanto a tese atual vai substancialmente além desse ponto de referência, vinculando a valorização futura a:

  • Migração legal

  • Fortalecimento da governança

  • Exposições internacionais

  • Direitos de nomeação

  • Patrocínios

  • Licenciamento

  • Comercialização mais ampla

O mesmo documento faz questão de ressaltar que se trata de uma tese econômica, e não de uma garantia legal de preço.

20. Por que os investidores deveriam considerar isso como algo mais do que um token especulativo?

Porque o projeto não está sendo apresentado como um token digital genérico sem estrutura fora da blockchain.

Os materiais atuais apresentam-na como uma plataforma de ativos reais e simulada, construída em torno de:

  • Um ativo físico documentado

  • Uma futura estrutura de titularidade de propriedade no Luxemburgo

  • Um ecossistema comercial mais amplo que envolve exposições.

  • Direitos de nomeação

  • Patrocínios

  • Licenciamento

  • Receitas relacionadas ao projeto

O documento técnico apresenta repetidamente o projeto como uma transição de uma base de ativos documentada para uma plataforma mais institucionalmente governada e comercialmente escalável.

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